RIR É O MELHOR REMÉDIO

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21.11.2018, 00:29

O SORRISO RELAXA O CORPO E A MENTE

Por que em quase todas as imagens que o representam, Gautama Buda aparece sempre sorrindo? O sorriso é indicativo de felicidade. Mas nem todos sabem que o ato de rir (manter um ar agradável, alegre, sorrir, mostrar afabilidade, achar graça, desfrutar) é postura que induz a cura natural de um enorme número de doenças.


Por: Equipe Saúde 247

A risada relaxa o corpo e a mente. Quando uma pessoa ri, o organismo libera endorfina, hormônio que promove uma sensação de bem-estar geral. Diversas pesquisas no mundo chegaram a conclusões que o riso emagrece, favorece a autoestima, diminui a dor, favorece a circulação sanguínea e reduz o estresse. A pessoa que não sorri não sinaliza bem que deseja uma proximidade, que está disponível para conversar, se relacionar.
Nos dias que correm, em meio as agruras cada vez mais intensas da vida moderna, é preciso sensibilizar as pessoas para o poder do sorriso, e preveni-las contra as agruras provocadas pelo negativismo e pelo mau humor constante. Nesse sentido, para começar, vale a pena refletir um pouco sobre a anatomia do sorriso e o seu efeito no nosso corpo, saúde, bem-estar e até longevidade.


Anatomia do sorriso
Os principais músculos da boca envolvidos no sorriso são os zigomáticos, que, por sua vez, estão ligados aos nervos faciais. Quando sorrimos, estes nervos enviam sinais ao cérebro, libertando neurotransmissores como a dopamina, endorfinas e serotonina na corrente sanguínea. Essas substâncias químicas naturais ajudam a acalmar o sistema nervoso central e reduzem o batimento cardíaco e a pressão arterial.
Assim sendo:
– Dopamina: dá energia, motivação, excitação e é necessária para a mudança de hábitos;
– Endorfinas: reduzem a nossa percepção de dor e desencadeiam uma euforia positiva no corpo, semelhante à morfina;
– Serotonina: é responsável pelo estado de humor.
Por outro lado, quando sorrimos o cérebro recebe neuropeptídeos, proteínas nervosas que regulam o funcionamento e comunicação das células umas com as outras, transmitindo ao corpo o nosso estado emocional: se estamos tristes ou zangados, ou se estamos excitados ou felizes.
O sorriso genuíno
Como vimos, os músculos da boca podem esboçar um sorriso, mas para ser “verdadeiro” falta mais alguma coisa. Além dos músculos zigomáticos, é necessário que os músculos orbiculares dos olhos sejam acionados ao mesmo tempo.
É assim o sorriso genuíno: com a boca e com os olhos. Os psicólogos denominam este movimento por sorriso de Duchenne. O seu nome vem do anatomista francês, Guillaume Duchenne, que estudou a expressão facial no século 19.
O sorriso falso
Mesmo que não tenha vontade de sorrir, saiba que ao fingir o sorriso pode contribuir para que fique, efetivamente, mais feliz. De fato, ao sorrir pode você pode “enganar” o seu cérebro. Sarah Pressman, da Universidade do Kansas, afirma que “não é só o fato do nosso cérebro se sentir feliz que nos faz sorrir, é o contrário: sentimos o sorriso e ficamos felizes.”
O sorriso é uma das expressões faciais mais recorrentes e universais em todas as culturas da humanidade. Quando alguém sorri, comunica aos outros que é uma pessoa que vale a pena conhecer. De fato, há evidências de que o sorriso pode beneficiar não só a sua saúde como também a percepção que os outros têm de si, seja no local de trabalho ou num contexto social.
Estudos demonstram que quem sorri é visto pelas outras pessoas como mais atrativo, confiável, relaxado e sincero. Quando vemos uma expressão facial, recriamos essa expressão no cérebro de modo a compreendê-la. É necessário haver um esforço consciente para não sorrir de volta a quem nos sorri.
As pessoas que projetam uma imagem positiva são, geralmente, mais abertas e flexíveis. Tendem a responder melhor a desafios do que as pessoas que são mais introspectivas e que sorriem pouco.


Benefícios para a saúde
São inúmeras as vantagens de sorrir. Não só para a sua relação com os outros, mas também para a saúde e longevidade. O sorriso reduz o stress e ajuda a memória: Uma experiência demonstrou que o ritmo cardíaco regressa mais facilmente à normalidade quando nos dizem para sorrir. Foi também demonstrado que o ato de sorrir reduz os níveis de cortisol e que, inclusive, ajuda à memória. Rir melhora o nosso estado de humor: Ao produzir e liberar no organismo substâncias químicas como a dopamina, endorfinas e serotonina eleva o humor e acalma o sistema nervoso.
Sorrir também beneficia e estimula a longevidade: um estudo analisou as fotografias de 230 jogadores de beisebol de 1952. Os seus sorrisos foram caracterizados como “sorriso Duchenne” (genuíno), “sorriso parcial” e “sem sorriso”. Descobriu-se que os jogadores com os sorrisos mais autênticos viveram mais anos do que os que sorriam parcialmente ou os que não sorriam de todo. Em média, os jogadores que não sorriam viveram 72,9 anos, menos 2 anos do que os que sorriam parcialmente. Quanto aos que sorriam sinceramente viveram, em média, 79,9 anos.
Em outro estudo similar, foram codificados os sorrisos de 114 mulheres que tiraram as suas fotos de formatura escolar entre 1958 e 1960. Três dessas mulheres não sorriam, 50 tinham sorrisos de Duchenne e 61 tinham sorrisos de ocasião. As mulheres com sorrisos genuínos tiveram maiores níveis de avaliação física e de bem-estar emocional mais de 30 anos após as fotos terem sido tiradas.


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TRANSFORMAÇÃO GLOBAL

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SOCIOPATIA

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13.11.2018, 11:23

CINCO DICAS PARA IDENTIFICAR O ANTISSOCIAL MAIS PRÓXIMO DE VOCÊ

Eles podem estar em qualquer lugar, seja no trabalho, na escola ou até mesmo na própria família. Os sociopatas são indivíduos com uma “deformação social”, ou seja, apresentam uma personalidade antissocial e podem ser uma ameaça para as pessoas ao seu redor. 





O que é um sociopata? O termo é usado para descrever uma pessoa que sofre de sociopatia, uma psicopatologia que provoca um comportamento impulsivo, hostil e antissocial.
A sociopatia é classificada como um transtorno de personalidade que é caracterizado por um egocentrismo exacerbado, que leva a uma desconsideração em relação aos sentimentos e opiniões dos outros.
Um sociopata não tem apego aos valores morais e é capaz de simular sentimentos, para conseguir manipular outras pessoas. Além disso, a sua incapacidade de controlar as suas emoções negativas torna muito difícil estabelecer um relacionamento estável com outras pessoas.


A sociopatia não tem cura, no entanto, os seus efeitos podem ser mitigados através da psicoterapia e da prescrição de medicamentos. A expressão sociopata funcional indica uma pessoa que apesar de sofrer de uma sociopatia, tem essa situação sob controle, ou seja, os efeitos da sociopatia não afetam muito a sua interação com outras pessoas.

Diferença entre sociopata e psicopata
Segundo o Manual de Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais, tanto a psicopatia como a sociopatia são considerados como transtornos antissociais, e têm muitas características semelhantes, o que explica o fato de muitas vezes serem vistos como sinônimos.
Há muitos traços em comum, como a desconsideração por leis, normas sociais e direitos de outras pessoas; falta de sentimento de culpa e comportamento violento.
Uma das principais diferenças é que frequentemente os psicopatas são pessoas encantadoras e populares, que muitas vezes exercem cargos de liderança e que conseguem atrair pessoas para elas próprias.
Um sociopata não é muito bom em contextos sociais, sendo muitas vezes classificado como uma pessoa antissocial. Apesar disso, o sociopata é capaz de fingir ou forçar sentimentos, parecendo estar à vontade ou contente quando na realidade não está. Por outro lado, o psicopata muitas vezes se sente confortável em grupos, vendo essa situação como uma oportunidade para manipular os outros para o seu próprio benefício.

O sociopata sexual: Um tipo humano que caracteriza vários personagens do cinema.
O sociopata sexual: Um tipo humano que caracteriza vários personagens do cinema.

Existem diferentes níveis e tipos de sociopatas, desde os mais sutis aos que se transformam em perigosos serial killers, por exemplo.
Por precaução, separamos os cinco principais sinais que caracterizam um sociopata para te ajudar a identificar e ficar de olho!
Lembrando que, obviamente, apenas um profissional qualificado poderá oferecer um diagnóstico oficial do transtorno de personalidade antissocial.

Aqui estão os cinco principais tipos de sociopatia:

1. Dificuldade em sentir empatia
De acordo com o Manual de Diagnóstico e Estatísticas das Doenças Mentais (DSM-V), uma das características comuns entre os sociopatas é a falta da chamada inteligência emocional, ou seja, a capacidade de reconhecer e entender os sentimentos das outras pessoas.

2. Manipuladores e mentirosos compulsivos
Os sociopatas criam mentiras indiscriminadamente com o instituto de alcançar determinados objetivos, manipulando as pessoas ao seu redor para isso.
Fingir sentimentos, como alegria, culpa e tristeza, por exemplo, são comuns dos sociopatas como parte do processo de manipulação.

3. Falso encanto
Carismáticos, simpáticos e encantadores. Por incrível que pareça, essas também são características comuns entre os sociopatas, no entanto, apenas superficialmente.
Por ser manipuladores, os sociopatas aparentam ser agradáveis e amigáveis para conquistar a confiança das pessoas que desejam “usar”.

4. Extremamente impulsivos
Os sociopatas vivem pelo prazer e são caracterizados por serem muito inconstantes, ou seja, agem por impulso. Podem mudar de objetivo de uma hora para outra, de acordo com a sua vontade ou com o “calor do momento”.



5. Extremamente egocêntricos
Por acharem que nunca estão errados ou por não terem noção dos conceitos morais e éticos, os sociopatas possuem uma visão sobrevalorizada de si mesmos.
Acham-se grandes merecedores das coisas, devido ao seu narcisismo exagerado.


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https://www.brasil247.com/pt/saude247/saude247/375010/Sociopatia-Cinco-dicas-para-identificar-o-antissocial-mais-pr%C3%B3ximo-de-voc%C3%AA.htm

MAL DE ALZHEIMER E EXERCÍCIO FÍSICO

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06.11.2018, 15:14

MANTER-SE ATIVO É O MELHOR MODO DE SE COMBATER A DOENÇA

Induzir a produção de novas células nervosas em ratos que sofrem de formas de demência combate o declínio cognitivo. Qual o método ideal para estimular o surgimento dessas novas células? A atividade física: este é o melhor jeito para se criar no indivíduo um ambiente favorável ao crescimento neuronal.



Por: Equipe Saúde 247

 
A comunicação entre células nervosas em uma ilustração científica.

Estimular processos de neurogênese (o nascimento de novos neurônios) nas áreas cerebrais implicadas na codificação das lembranças melhora as funções cognitivas nos ratos usados como cobaias para se estudar o Mal de Alzheimer. Essa “produção” pode ser induzida em vários modos – por exemplo, usando fármacos ou com a terapia genética – mas existe um método mais simples, que melhora exponencialmente a eficácia: o exercício físico.
Atividade e movimento não apenas induzem a formação de neurônios, mas criam também as condições ideias para o seu crescimento “limpando” o ambiente inflamatório que essa doença instaura no cérebro do paciente. A descoberta, descrita no último número da revista Science, foi feita por cientistas do Massachusetts General Hospital.


Mens sana in corpore sano, mente sã em corpo são, já ensinavam os antigos romanos. A atividade física mantem a juventude do corpo e da mente. Vida sedentária mata.

A neurogênese no adulto, ou seja o processo de formação de novas células nervosas que permanece em algumas áreas do cérebro inclusive depois da fase do desenvolvimento embrionário e neonatal, acontece no hipocampo (uma pequena estrutura cerebral essencial para o aprendizado) e em uma outra formação chamada estriado cerebral.
Esse processo de renovação neuronal, embora sendo parcial, é crucial para a preservação da memória: a equipe de cientistas norte-americanos procurou entender se e como ele é perturbado e até mesmo interrompido nos casos do Mal de Alzheimer. Buscou-se saber também se ele pode ser retomado e descobriu-se que, nos ratos, o processo de neurogênese pode ser induzido através do exercício físico, com fármacos ou com uma terapia genética que estimulasse a produção de células progenitoras dos neurônios.
Mortos ao nascer
Existia, no entanto, uma diferença substancial. Nos ratos tratados com estas duas últimas técnicas, os benefícios cognitivos eram modestos. Mas, naqueles que foram mantidos “em movimento”, não apenas foram notadas importantes melhorias cognitivas, mas também uma redução das placas beta-amiloides típicas da doença. Os novos neurônios nascidos graças aos fármacos ou à terapia genética não eram, com efeito, capazes de sobreviver nas áreas cerebrais já tomadas pela neuroinflamação devida ao Alzheimer (que, com a proliferação incontrolada de placas e emaranhados proteicos, sufoca as células cerebrais.
A atividade física, ao contrário, induz, junto à formação de novos neurônios, a criação de um ambiente ideal para o seu crescimento e sobrevivência: particularmente, favorecendo a liberação de uma substâncias – o fator neurotrófico cerebral ou BDNF – que nutre e sustenta as células nervosas. Quando os cientistas acrescentaram essas substâncias aos neurônios nascidos com os outros dois métodos, melhoraram também os benefícios cognitivos.
De qualquer forma, ainda estamos longe de poder lançar mão desses processos para os seres humanos: mas se trata de qualquer modo de uma promissora via de pesquisa em um setor que se encontra no momento um tanto parado, pelo menos do ponto de vista farmacológico.


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